quinta-feira, 30 de novembro de 2017
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
Tatiana
"A mulher elegante não precisa de muita maquiagem, por si só já resplandece o olhar;
Não precisa de muitos adornos, por si só já é notada pelas pessoas;
Não precisa mostrar o corpo, por si só já sabe ser marcante."
TATIANA
Recife, novembro 2017
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
Água mole em pedra dura pedra pedra até que Pedro
ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA PEDRA PEDRA ATÉ QUE PEDRO
Clóvis Campêlo
Pedro, a
primeira ideia que nos veio à mente foi procurar o significado do seu
nome no Google, esse dicionário moderno e que nos explica todas as
incógnitas.
E veja só o que encontramos:
E veja só o que encontramos:
Pedro Henrique: Conjugação dos nomes Pedro e Henrique. Significa "rocha" e "governante da casa".
O nome Pedro tem origem no grego pétros, que significa "pedra", ou "rocha".
Henrique é um nome do germânico Heimirich, que quer dizer "Senhor do lar". É o resultado da junção das palavras heim que significa "lar" ou "casa" e rik, que quer dizer "senhor".
O nome Pedro tem origem no grego pétros, que significa "pedra", ou "rocha".
Henrique é um nome do germânico Heimirich, que quer dizer "Senhor do lar". É o resultado da junção das palavras heim que significa "lar" ou "casa" e rik, que quer dizer "senhor".
Ou seja,
seu nome foi escolhido por seus pais antes mesmo de você nascer, quando
ninguém imaginava as dificuldades pelas quais você passaria nos
primeiros momento de vida. Não foi fácil, mas você a tudo superou, Pedro
de pedra que foi desde o começo.
A sua fragilidade aparente e inicial, fez com que toda a família reunisse energias para a superação.
E você conseguiu, cresceu, tornou-se um menino bonito, forte e inteligente.
Um orgulho para todos nós que te amamos cada vez mais.
Talvez hoje você ainda não consiga entender o significado profundo de tudo o que aqui está escrito. Mas, não faz mal. A vida se constrói aos poucos. Para eu pressa? Você tem todo um futuro pela frente e nós sabemos que vai ser um futuro brilhante e de sucesso.
Seja feliz, meu filho!
Cresça e apareça!
Você merece!
Com um beijo dos seus avós Clóvis e Cida
A sua fragilidade aparente e inicial, fez com que toda a família reunisse energias para a superação.
E você conseguiu, cresceu, tornou-se um menino bonito, forte e inteligente.
Um orgulho para todos nós que te amamos cada vez mais.
Talvez hoje você ainda não consiga entender o significado profundo de tudo o que aqui está escrito. Mas, não faz mal. A vida se constrói aos poucos. Para eu pressa? Você tem todo um futuro pela frente e nós sabemos que vai ser um futuro brilhante e de sucesso.
Seja feliz, meu filho!
Cresça e apareça!
Você merece!
Com um beijo dos seus avós Clóvis e Cida
Dona Dita
DONA DITA
Clóvis Campêlo
Dita Cunha Machado, esse é o nome da minha sogra.
Nasceu na cidade de Riachão, no Maranhão, no dia 4 de fevereiro de 1931.
Ainda menina, mudou-se para a cidade de Carolina, também no Maranhão, acompanhando a irmã mais velha, Maricota, que havia casado.
Em Carolina, conheceu Pedro Alves Machado, com quem casou, no dia 8 de julho de 1952, na sua cidade natal.
Do casamento nasceram nove filhos: Renato, Cleuber, Alberto, Vera, Aparecida, Luiz Antônio, Eliana, Lizane e Ronaldo, este último falecido em dezembro de 2009.
Em 1982, depois de 30 anos de casamento, separou-se de Pedro Machado, indo morar na cidade de Impertatriz, onde a maioria dos filhos já morava e trabalhava.
Com uma memória invejável para a sua idade, quase 81 anos, diz que chegou em Imperatriz no dia 14 de dezembro de 1982, quando a filha Eliana completava 15 anos.
Em Impetariz ficou até 1989, quando decidiu aceitar o convite de Renato, o filho mais velho, e mudar-se para a capital, São Luís do Maranhão. Nessa nova mudança, foi acompanhada pelos filhos Alberto e Eliana.
Confessa que, de início, temeu a nova mudança. Hoje, porém, depois de 22 anos diz gostar da cidade e de não ter mais vontade de deixá-la.
Em São Luíz, morou sete anos no bairro do Cohatrac, mudando-se depois para a Cidade Operária, onde já se encontra há 15 anos.
Hoje, dona Dita tem 16 netos e 5 bisnetos, espalhados por três estados do Brasil: Maranhão, São Paulo e Pernambuco.
Lembra que os seus pais, que se chamavam Luíz Cunha e Antônia, eram naturais de Terezina, no Piauí. Ele, funcionários dos Correios, foi morar em Riachão por conta do emprego. Lá, nasceram todos os onze filhos do casal.
A sua mãe, que era conhecida como Tonica, faleceu em 1952, levando seu Luís a contrair novo matrimônio e também transferir-se para Carolina.
Com uma boa saúde, dona Dita ainda toma uma cervejinha (como Zeca Pagodinho tem preferência pela Brahma, mas afirma que experimentou a Devassa e gostou do sabor) não sofre de hipertensão ou diabetes. Gosta de viajar e visitar os parentes distantes.
Diz que a vida é boa e que a velhice não é nenhum empecilho para a felicidade e o bem-estar.
E afirma com convicção: "Quem não quiser ficar velho que morra jovem".
Recife, dezembro 2011
A Primeira Comunhão
A PRIMEIRA COMUNHÃO
Clóvis Campêlo
Naquela época, a Primeira Comunhão não era apenas uma festa familiar. Era uma festa comunitária. Toda a vizinhança participava. Lembro da nossa casa no Pina bem cheia, repleta de amigos, parentes e vizinhos. Um frege, no bom sentido, já que naquela dia especial nem eu nem meus irmãos, Carlinhos e Mana, poderíamos prevaricar. Nem em pensamentos. E, confesso, não era fácil manter essa retidão de pensamento e comportamento. Tudo conspirava contra.
Estávamos todos vestidos de branco, simbolizando a pureza das nossas almas. O sacramento se daria à tarde, na Igreja de Nossa Senhora do Rosário, sob a batuta do Padre José, ao lado dos outros alunos do Instituto Dantas, escola que promovia o evento cristão. A festa propriamente dita seria depois, em casa, ao voltarmos da igreja. Comida e bebida, à vontade. Mas aí já estaríamos aceitos fazendo parte definitivamente da comunidade da Igreja Católica Apostólica Romana.
A Primeira Comunhão é uma celebração da Igreja Católica, onde os participantes recebem pela primeira vez o Corpo e o Sangue de Cristo em forma de pão e vinho. Para receber a Primeira Eucaristia, como também é chamada a celebração, deve o cristão saber e compreender alguns princípios e fundamentos da Igreja, como os 10 Mandamentos, os Mandamentos da Madre Igreja, suas principais orações, e os 7 sacramentos. Antes do rito religioso, o participante deve se confessar, livrando-se assim dos pecados e faltas graves cometidos.
Segundo a Wikipédia: “a Eucaristia é " o próprio sacrifício do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus, que Ele instituiu para perpetuar o sacrifício da cruz no decorrer dos séculos até ao seu regresso, confiando assim à sua Igreja o memorial da sua Morte e Ressurreição. É o sinal da unidade, o vínculo da caridade, o banquete pascal, em que se recebe Cristo, a alma se enche de graça e nos é dado o penhor da vida eterna." (n. 271). A palavra hóstia, em latim, quer dizer vítima, que entre os hebreus, era o cordeiro, sem culpa, imolado em sacrifício a Deus”. Ou seja, exista na cerimônia toda um simbologia que deve ser entendida, pratica e respeitada pelo participante.
Não era fácil para nós, eu e meus irmãos, seguirmos tudo isso ao pé da letra. Meu pai e minha mãe não eram de frequentar a igreja e nem nos obrigavam a isso. Mas havia um misto de respeito e temor que nos fazia ir adiante sem nada questionar. Para nós, era melhor e mais seguro estar ao lado de Deus, Jesus Cristo e todos os anjos do que vagarmos indefesos e solitários sob as tentações do demônio. E além do mais, todos os nossos colegas e amigos da escola estavam ao nosso lado naquele momento e isso fazia com que nos sentissemos seguros e protegidos. Restaria-nos depois, ao longo da vida, mantermos essa chama acesa e vibrante. Intuitivamente, sabíamos que não seria nada fácil, pois são muitas as tentações e os perigos dessa vida.
A festa em casa, ao voltarmos da igreja, foi plena e vibrante. Aos poucos, porém,a casa foi esvaziando e a família ficando sozinha. Nossas roupas brancas e nossos livrinhos foram guardados e ainda hoje se encontram entre os objetos deixados por dona Tereza, minha mãe, quando faleceu.
À noite, sozinho, quando me deitei e tentei conciliar o sono, percebi que teria pela frente uma longa caminhada a percorrer, e que nessa caminhada estaria para sempre dividido entre a virtude da retidão da crença religiosa e as tentações do mundo dos homens.
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
terça-feira, 14 de novembro de 2017
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
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